fbpx
Hospital Veterinário StarVet

DF atinge quase 3 milhões de moradores, aponta IBGE

29 de agosto, 2025
2 minuto(s) de leitura
DF atinge quase 3 milhões de moradores, aponta IBGE
Capital registra crescimento populacional acima da média nacional, segundo dados do Censo 2025.

Capital registra crescimento populacional acima da média nacional, segundo dados do Censo 2025.

O DF alcançou a marca de 2.996.899 habitantes em 2025, de acordo com números divulgados nesta quinta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, publicado no Diário Oficial da União, mostra crescimento de 0,47% em relação ao ano anterior, quando a população era estimada em 2.982.818 moradores.

O resultado coloca a capital da República acima da média nacional, que foi de 0,39%. No conjunto do país, o IBGE registrou 213.421.037 brasileiros em julho deste ano.

Crescimento constante

Desde o Censo de 2022, quando o Brasil tinha 203.062.512 habitantes, o número de moradores subiu 5,1%. A atualização mais recente considera a contagem até 1º de julho de 2025.

No caso do Distrito Federal, a expansão reflete fatores como atração de mão de obra, migração interna e aumento da taxa de natalidade. Embora o crescimento seja modesto, especialistas destacam que ele mantém a capital em ritmo estável, acompanhando tendências verificadas em grandes centros urbanos.

Liderança populacional

O estado de São Paulo continua como o mais populoso do país, com 46.081.801 pessoas, o equivalente a 21,59% da população nacional. Minas Gerais aparece em segundo lugar, com 21.393.441 habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro, com 17.223.547.

Na outra ponta, Roraima segue como o estado menos populoso, com 738.772 moradores. Apesar disso, foi justamente lá que ocorreu o maior crescimento proporcional: 3,07% em relação ao ano anterior.

Já os menores índices de variação ficaram com o Rio de Janeiro e Alagoas, ambos com 0,02%. O Rio Grande do Sul também teve avanço tímido, de 0,03%.

Norte em expansão

A região Norte apresentou destaque no ritmo de crescimento, puxada por Roraima e pelo Amazonas, que atingiu 4.321.616 habitantes. O Pará também registrou alta, alcançando 8.711.196 moradores.

Especialistas apontam que a região continua a receber fluxos migratórios expressivos, impulsionados por oportunidades de trabalho ligadas à exploração de recursos naturais e à expansão agrícola.

Nordeste consolidado

O Nordeste mantém participação significativa no cenário nacional, com estados como a Bahia, que soma 14.870.907 habitantes, e Pernambuco, com 9.562.007. Ceará e Maranhão também ultrapassaram a marca de 7 milhões.

Apesar da densidade, alguns estados nordestinos apresentam ritmo de crescimento mais lento, refletindo desafios socioeconômicos e migração para outras regiões do país.

Centro-Oeste e Sul

No Centro-Oeste, Goiás registrou 7.423.629 habitantes, enquanto Mato Grosso atingiu 3.893.659. Já Mato Grosso do Sul ficou em 2.924.631. A região continua atraindo população devido à expansão do agronegócio.

No Sul, o Paraná tem 11.890.517 moradores, à frente do Rio Grande do Sul, com 11.233.263. Santa Catarina soma 8.187.029, sendo um dos estados com melhor desempenho econômico recente.

Importância dos dados

O IBGE destaca que os números servem de base para políticas públicas e distribuição de recursos federais. A contagem influencia indicadores sociais e econômicos, como o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) per capita, além de orientar a criação de programas de saúde, educação e infraestrutura.

No caso específico do Distrito Federal, a proximidade da marca de 3 milhões de habitantes reforça a necessidade de planejamento urbano. O aumento pressiona setores como mobilidade, habitação e atendimento hospitalar.

Um retrato do país

Os dados de 2025 confirmam a tendência de crescimento moderado da população brasileira. A taxa, embora positiva, reflete o impacto da queda da fecundidade e do envelhecimento da população. Segundo demógrafos, o Brasil caminha para um cenário de estabilização, seguido por redução em longo prazo.

Enquanto isso, capitais e regiões metropolitanas, como Brasília, continuam a atrair novos moradores, reforçando o desafio de equilibrar desenvolvimento econômico e qualidade de vida.

Em destaque